segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Enquete Fúnebre

Qual foi a morte mais bizarra de um autor da literatura brasileira?

1- Gonçalves Dias - morreu afogado, apesar de ser um exímio nadador

2- José Lins do Rego - morreu de infarto durante um jogo do seu querido Flamengo

3- Manuel Antônio de Almeida - morreu tentando voar, de cima de um navio (sindrome de Ícarus)

4- Aluizio Azevedo - morreu após uma comilança e uma noite de sexo com uma prostituta

5- Outro

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Fugere urbem

Depois de um grande tempo de rotina não há nada melhor que fugir para o campo, ficar próximo da natureza, da tranquilidade e da paz interior. Nessas horas os arcadistas estão com toda razão, apesar de às vezes parecer tão chatinha as poesias e os romances desse estilo literário, nos momentos de lazer são os mais preciosos autores os Bocage, Gonzaga, e tantos outros mais...

O problema é que a necessidade humana de ficar em paz consigo mesmo é ao mesmo tempo enquietante, parece que falta algo. No caso dos arcadistas é o amor. Seus poemas estão sempre comparando belas paisagens da natureza com suas amantes e musas, além de descreverem sempre os mais perfeitos lugares onde seus romances se desenrolam. Porém a paixão é maior do que todas as paisagens e tranquilidade descritas, como é o caso de Marilia de Dirceu, no qual o personagem é preso e lembra de todos os momentos com a amada, relata todo o seu sofrimento, e cria uma espécie de ponte entre o arcadismo e o romantismo.

O arcadismo estava destinado a acabar desde o início, pois a literatura é algo em transição, transição de sentimentos que não se limitam a lugares pastoris. Porém alguns conseguem combinar o que há de melhor do arcadismo com outros pensamentos mais modernos e metafísicos, como o pseudônimo Alberto Caeiro, de Fernando Pessoa. Portanto...Fugere urbem, Carpe diem, seja feliz e leia o lindo poema de Caeiro chamado "Ao Entardecer".

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Corte de Cabelo


segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Voar


quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Explicação?

Estou lendo Lolita, de Vladmir Nabokov...um ótimo livro, mas assim como uma série de ótimos livros, descreve cada pequeno (micro) detalhe. Alguém pode me explicar porque essa paixão dos autores mais velhos em descrever tanto?

Em um determinado momento de um capítulo, o personagem Humbert Humbert faz questão de mencionar que ao largar seu diário, ele ia fechando lentamente como uma onda, então ele enfia um lápis no meio do diário para marcar a página que ele estava utilizando. Era necessário escrever isso ou são os jovens que são mais apressados, e não ligam para esses detalhes?

Existem zilhões de exemplos que poderiam ser mencionados, mas vou me limitar ao principal, que segue a lógica do meu raciocínio...Em Uma Tragédia no Amazonas, de Raul Pompéia, o autor conta um suspense que prende a atenção do leitor do começo-ao-fim, justamente por ser bastante objetivo em suas palavras. Já em O Ateneu, também de Raul, porém anos mais tarde, descreve lentamente cada um de seus colégas que parecem animais...por várias páginas...

O problema então é a falta de interesse em detalhes da juventude ou a apreciação pelas coisas pequenas da vida, depois de adulto?

sábado, 14 de novembro de 2009

Memória de Elefante




terça-feira, 10 de novembro de 2009

Balburdias

Hoje ao-invés de postar informações sobre algum autor ou obra postarei uma lista de livros que ainda quero ler na minha vida e, espero que os leitores do ENJEMBEMENTEIRO também sugiram obras.

1- Floresta de Enganos - Gil Vicente

2- Os Miseráveis - Victor Hugo

3- Memórias Sentimentais de João Miramar - Oswald de Andrade

4- Crime e Castigo - Fiódor Dostoiéviski

5- Dom Juan - Lord Byron

6- Anna Karenina - Liev Tostói

7- Em Busca do Sonho Perdido - Marcel Proust


P.S - Em breve passarei a postar algumas tirinhas de minha autoria, no blog.